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Periquita com novo visual gráfico

Periquita Conjunto 
 
Reforçar a Portugalidade é o objetivo do rebranding da marca Periquita, do produtor José Maria da Fonseca.
 
Na renovação da gama - Periquita Tinto, o Periquita Reserva, o Periquita Branco e o Periquita Rosé - existem várias novidades nos elementos visuais presentes no rótulo: a marca  José Maria da Fonseca surge reforçada, como símbolo de mérito e qualidade; a assinatura do enólogo Domingos Soares Franco no rótulo concede legitimidade e relevância; os acabamentos  reforçados enobrecem  a marca e a recuperação do brasão da Ordem da Torre e Espada (distinção atribuída pelo rei D. Pedro V a José Maria da Fonseca em 1856 pelo Valor, Lealdade e Mérito no âmbito da indústria portuguesa) é um regresso às origens da marca.
 
António Maria Soares Franco, Administrador e Vice-presidente da José Maria da Fonseca, é a sétima geração da família a gerir a centenária empresa vitivinícola sediada em Vila Nogueira de Azeitão.
 
Para o administrador “esta gestão entre a história e a inovação é sempre muito delicada. São 168 anos ininterruptos a produzir Periquita, 70 mercados e mais de 4 milhões de garrafas produzidas anualmente pelo que, alterar a imagem de uma marca icónica e bem implementada no mercado, é sempre uma ousadia.
 
No entanto acreditamos que é no equilíbrio entre a história, as raízes e o carácter original da marca e a insatisfação constante que vamos não só manter o legado que nos foi deixado, como vamos deixá-lo ainda melhor para as futuras gerações. A história do Periquita é essa também, a sua constante reinterpretação, mantendo o carácter original do vinho, mas procurando inovar na imagem, e por isso está cá há tantos anos.’
 
 

O vinho Periquita é conhecido como o primeiro vinho tinto engarrafado em Portugal.

A história do Periquita remonta ao início da própria história da José Maria da Fonseca, quando o fundador da empresa, José Maria da Fonseca comprou, por volta de 1846, a propriedade Cova da Periquita. Foi nessa propriedade, hoje em dia quase engolida pelo desenvolvimento urbano, que José Maria da Fonseca plantou as primeiras uvas da casta Castelão, que ele próprio havia trazido, muito provavelmente, da província do Ribatejo.
 
O vinho produzido na Cova da Periquita desde logo provou ser o melhor da região dando origem a que os outros proprietários pedissem a José Maria da Fonseca varas daquela casta para plantarem nas suas próprias propriedades. Desta forma, o vinho tornou-se conhecido em Azeitão como o vinho da Periquita, passando a ser comercializado pela José Maria da Fonseca como Periquita.