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Família Serrano Mira celebra 350 anos e 13 gerações com novidades

Novidades Herdade das Servas
 
Em 2017, a família Serrano Mira assinalou 350 anos na produção de vinhos no Alentejo. A efeméride foi celebrada com a inclusão da assinatura ‘Family Winegrowing Legacy Since 1667’ na identidade da Herdade das Servas. Foi ainda oportunidade para a renovação da imagem dos vinhos e demais suportes gráficos.
 
Ao nível dos rótulos, a evidência maior está nos ‘Monte das Servas’, com uma nova imagem, um novo tipo de letra e um cortante diferente. Nos ‘Herdade das Servas’ as mudanças foram muito subtis. Está ainda previsto o lançamento de um livro, onde se reconstrói o percurso das 13 gerações, que se funde com a história do vinho no Alentejo. 
 
Com as novas imagens chegaram ainda as novas colheitas dos topos de gama: o ‘Herdade das Servas Reserva’, nos brancos, e o ‘Herdade das Servas Vinhas Velhas’, nos tintos.
 
Os irmãos Carlos e Luís Serrano Mira acabam de abrir o espólio da Herdade das Servas a duas novidades absolutas, ao lançarem um branco de Colheita Tardia e um Licoroso tinto, em garrafas de 375 ml.
 
Irmãos Luís e Carlos Serrano Mira
 

Herdade das Servas Reserva branco 2016

O ‘Herdade das Servas Reserva branco’ volta a casar as castas Arinto (50%), Verdelho (25%) e Alvarinho (25%) e tem com potencial de guarda até 10 anos. A sua feitoria ditou que após o desengace e esmagamento, as uvas fossem prensadas em prensa pneumática com proteção de oxidações, decantação estática durante 48 horas e fermentação alcoólica em barricas de carvalho francês. Concluída a fermentação alcoólica, estagiou 9 meses em barricas de carvalho francês com batonnage regular. Após engarrafamento repousou em garrafa durante três meses.
 

Herdade das Servas Vinhas Velhas tinto 2014


Feito a partir das castas Alicante Bouschet (45%), Trincadeira (25%), Touriga Nacional (25%) e Petit Verdot (5%), de vinhas com mais de 50 anos, que estiveram, ao longo do ano de 2014, sob a supervisão da equipa de viticultura liderada por Carlos Mira e Ricardo Constantino. O tinto foi submetido a maceração pré-fermentativa, isto depois de uma criteriosa seleção da uva e seu desengace. Seguiu-se a fermentação malolática. Ao fim desta etapa da vinificação, o vinho estagiou durante 18 meses em barricas de carvalho francês e americano, de primeiro e segundo anos, e, a posteriori, foi engarrafado e submetido ao repouso de doze meses na cave da Herdade das Servas.

 

Herdade das Servas Colheita Tardia branco

Carlos Serrano Mira e Ricardo Constantino fizeram o trabalho de campo com a espera anunciada para Novembro, mês em que uvas da casta Sémillon afectadas pela chamada “podridão nobre”, resultante do fungos Botrytis cinerea, registaram o ponto de sobrematuração ideal para serem vindimadas de forma cuidada e rigorosa. Depois de prensadas as uvas, a fermentação ocorreu em depósito de inox com controlo de temperatura e o estágio foi feito em cuba de inox durante 18 meses. Nasceu, assim, o ‘Herdade das Servas Colheita Tardia’. A longevidade vinho é de 2 a 5 anos.
 

Herdade das Servas Licoroso tinto

Para o ‘Herdade das Servas Licoroso’ a intervenção aconteceu, primeiro, na vinha ainda em verde durante o ciclo vegetativo. Após este processo em campo, as uvas das castas Alicante Bouschet (60%), Trincadeira (20%) e Aragonez (20%) foram vindimadas manualmente e transportadas para a adega, onde foram selecionadas na mesa de escolha e desengaçadas, seguindo-se a fermentação em lagar com controlo de temperatura e pisa mecânica. A interrupção da fermentação ocorreu aquando da adição de aguardente e prensagem em prensa vertical. O primeiro estágio durou 24 meses e foi feito em barricas de carvalho francês e americano usadas e o segundo estágio decorreu por 12 meses em cuba de inox. Após o engarrafamento, o vinho repousou durante 6 meses na cave do edifício-sede da Herdade das Servas. Quanto à longevidade, Luís Mira e Ricardo Constantino preveem que seja longa – entre 10 a 30 anos.