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Zazah abre para almoços com ementa exclusiva

Zazah
O Zazah, restaurante localizado no Príncipe Real, em Lisboa, passa a estar aberto também no horário de almoço, entre as 12h00 e as 15h00.
 
A carta, disponível apenas neste horário e desenvolvida pelo chef Moisés Franco, contempla várias opções para partilhar ou para consumir a solo.
 
Entre as ofertas está a Vazia Fatiada e da ½ Vazia ou do Tataki de Atum e do ½ Tataki. Também pode optar pela “Fraldinha”, o bife da vazia em cama de agrião ou o Escondidinho de Bacalhau. A escolha de acompanhamentos é vasta, mas destacam-se o puré trufado, a farofa luso-brasileira, o arroz basmati amanteigado ou as batatas fritas.
 
“Abrir ao almoço permite-nos apresentar uma maior variedade de criações do chef Moisés Franco a um público mais alargado, tendo em conta a diversidade de empresas que existem à volta do Zazah e o número de turistas que por aqui passam diariamente”, refere Sidnei Gonzalez, um dos proprietários.
 
Fraldinha
 
O Zazah é um projecto pensado ao pormenor com o propósito de juntar pessoas, gastronomia, arte e música. Foi idealizado por dois cariocas que se apaixonaram pela capital portuguesa: Sidnei Gonzalez, sócio investidor e responsável pelo conceito, e Moisés Franco, o chefe de cozinha.
 
A carta, que privilegia os produtos portugueses, é pensada numa perspetiva de partilha e nos sabores que existem no mundo. A garrafeira salta à vista de todos, e nela encontramos mais de 80 referências, representativas de várias regiões do país e até alguns rótulos franceses e italianos. A arte é da responsabilidade de Sidnei, colecionador de arte contemporânea brasileira, e a curadoria de Paulo Herknhoff, crítico e historiador de arte brasileiro, referência nacional e internacional na área.
 
Obras de João Louro, José Pedro Croft, Ascânio Monteiro, Sakir Gokcebag e Dora Longo Bahia fazem parte do acervo e primeiro ciclo de arte do espaço, sendo que a maioria faz referência à relação entre Portugal e o Brasil. O mapa que traça a descoberta do Brasil pela Companhia das Índias, obra do artista plástico João Louro que representou Portugal na Bienal de Veneza, é uma das raridades que não passa despercebida, ocupando uma das paredes do Zazah.
 
A música é outro elemento fundamental. A Mufyn, empresa de marketing sensorial, desenvolveu uma programação musical exclusiva. Da agenda do Zazah fazem também parte concertos e dj set, que acontecem com regularidade, e que dão outra polivalência ao espaço.
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